domingo, 22 de março de 2009

Sá, Rodrix e Guarabyra - Presente passado e futuro

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Faixas

01 - Zepelim
Luiz Carlos Sá
02 - Ama teu vizinho
Luiz Carlos Sá - Zé Rodrix
03 - Juriti Butterfly
Luiz Carlos Sá - Guarabyra
04 - Me faça um favor
Luiz Carlos Sá - Guarabyra
05 - Boa noite
Luiz Carlos Sá - Zé Rodrix
06 - Hoje ainda é dia de rock
Zé Rodrix
07 - Primeira canção da estrada
Luiz Carlos Sá - Zé Rodrix
08 - Cumpadre meu
Guarabyra
09 - Crianças perdidas
Zé Rodrix
10 - Azular
Luiz Carlos Sá
11 - Ouvi contar
Luiz Carlos Sá - Guarabyra - Zé Rodrix
12 - Coda: Cigarro de palha
Guarabyra


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Trio formado em 1971, por Luiz Carlos Sá, Zé Rodrix e Gutenberg Guarabyra. Realizou várias apresentações e lançou os LPs "Passado, presente, futuro" (1972) e "Terra" (1973). Em 1973, Zé Rodrix desligou-se do trio. Desde esse ano até 2001, Sá e Guarabyra atuaram em dupla.

Sem pesadelo: Ao Sonho!




sábado, 21 de março de 2009

Sérgio Sampaio - Tem que acontecer






Faixas

01 - Até outro dia
Sérgio Sampaio
02 - Que loucura
Sérgio Sampaio
03 - Cada lugar na sua coisa
Sérgio Sampaio
04 - Cabras pastando
Sérgio Sampaio
05 - Velho bode
Sérgio Natureza - Sérgio Sampaio
06 - O que pintá, pintô
Raul Sampaio
07 - A luz e a semente
Sérgio Sampaio
08 - Quanto mais
Sérgio Sampaio
09 - Tem que acontecer
Sérgio Sampaio
10 - Quatro paredes
Sérgio Sampaio
11 - O filho do ovo
Sérgio Sampaio
12 - Velho bandido
Sérgio Sampaio


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Segundo disco de um dos grandes músicos brasileiros. Tido como "maldito" pela "intelligentsia" da época, é, sem dúvidas, um marco de nossa música.

Ficha Técnica:

Direção de produção: Roberto Moura
Produtor executivo: Ramalho Neto
Arranjos: João de Aquino e Lindolfo Gaya ("Tem que acontecer" e "A luz e a semente")
Técnico de gravação e mixagem: Vitor Farias (Dudu)
Gravado nos Studios Level, entre os dias 3 e 29 de maio de 1976
Capa: Noguchi

Sem pesadelo: Ao Sonho!




Edu Lobo - Camaleão





01 - LERO-LERO
Edu Lobo - Cacaso part. Boca Livre
02 - O TRENZINHO DO CAIPIRA
Heitor Villa-Lobos com poema de Ferreira Gullar part. Boca Livre
03 - CORAÇÃO NOTURNO
Edu Lobo - Cacaso
04 - CANUDOS
Edu Lobo - Cacaso part. Boca Livre
05 - CAMALEÃO
Fernando Leporace
06 - SANHA NA MANDINGA
Edu Lobo - Cacaso part. Boca Livre
07 - BRANCA DIAS
Edu Lobo - Cacaso
08 - BATE BOCA
Edu Lobo
09 - DESCOMPASSADO
Edu Lobo - Cacaso
10 - MEMÓRIAS DE MARTA SARÉ
Gianfrancesco Guarnieri - Edu Lobo



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LP e CD Polygram 1978

Produzido e Dirigido por Sergio de Carvalho
Direção Musical, Arranjos e Orquestrações: Edu Lobo

Engenheiros de gravação: Ary Carvalhaes,Luis Claudio Coutinho, Paulo Sergio
Montagem: Luis Claudio Coutinho
Mixagem: Sergio De Carvalho,Luigi Hoffer, Edu Lobo
Foto: Januário Garcia
Arte Final: Jorge Vianna
Adaptaçãa gráfica para CD : Vanessa Stepanenko

Arranjo Vocal - Mauricio Maestro
Arranjo de Cordas em "O Trenzinho do Caipira": Dori Caymmmi
Part. do grupo vocal Boca Livre (Mauricio Mendonaça, Claudio Nucci, Zé Renato e David Tygel)

Sem pesadelo: Ao Sonho!




Edu Lobo - Tempo presente




01 - Rei morto, rei posto
Edu Lobo - Joyce
02 - Desenrêdo
Dori Caymmi - Paulo César Pinheiro Participação de Dori Caymmi
03 - Angu de caroço
Cacaso - Edu Lobo
04 - Tempo presente
Edu Lobo - Joyce
05 - Balada de outono (Instrumental)
Edu Lobo
06 - Rio das Pedras
Edu Lobo Participação: Boca Livre
07 - Dono do lugar
Cacaso - Edu Lobo
08 - Laranja azêda
Cacaso - Novelli
09 - Quase sempre
Cacaso - Edu Lobo
10 - Ilha Rasa
Cacaso - Edu Lobo



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Carioca, filho do compositor Fernando Lobo, começou na música tocando acordeom. Depois se interessou pelo violão e dedicou-se ao instrumento, contra a vontade do pai. Passou a freqüentar shows em bares de Copacabana e formou um conjunto com Dori Caymmi e Marcos Valle, que chegou a se apresentar algumas vezes. Em 1962 compôs sua primeira parceria com Vinicius de Moraes, "Só Me Fez Bem". Gravou no mesmo ano seu primeiro compacto, com canções tipicamente de bossa nova. Mais tarde desviou-se um pouco dessa tendência, adotando uma linha mais combativa de cultura popular, graças à parceria com Ruy Guerra, que resultou em composições como "Canção da Terra", "Reza" e "Aleluia". Fez trilha para teatro, participou do evento "Arena Conta Zumbi" em 1965 em São Paulo, onde estreou um de seus maiores sucessos, "Upa, Neguinho", em parceria com Gianfrancesco Guarnieri, mais tarde gravada por Elis Regina. Participou dos festivais de música popular, obtendo o primeiro prêmio em 1965 como "Arrastão" (com Vinicius de Moraes) e em 1967 com "Ponteio", parceria com Capinam. Entre 1969 e 1971 morou nos Estados Unidos, onde aprofundou seus estudos musicais. Por essa época trabalhou com Sergio Mendes e Paul Desmond. De volta ao Brasil, lançou discos solo e em parcerias ilustres, como "Edu e Tom", em 1981, e "O Grande Circo Místico", de 1983, com composições suas e de Chico Buarque interpretadas por outros artistas. Nos anos 90 lançou discos com músicas inéditas e compôs trilhas para filmes como "Canudos", de Sergio Resende. Seu CD "Meia-noite" (1995) recebeu o prêmio Sharp de melhor disco de música popular brasileira do ano.

Sem pesadelo: Ao Sonho!




Sérgio Sampaio - Sociedade da grã-ordem kavernista

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Faixas

01 - Êta Vida
Raul Seixas - Sérgio Sampaio
02 - Sessão das Dez
Raul Seixas
03 - Eu Vou Botar Pra Ferver
Sérgio Sampaio - Raul Seixas
04 - Eu Acho Graça
Sérgio Sampaio
05 - Chorinho Inconsequente
Miriam Batucada
06 - Quero Ir
Raul Seixas - Sérgio Sampaio
07 - Soul Tabarôa
Antônio Carlos - Jocáfi
08 - Todo Mundo Está Feliz
Sérgio Sampaio
09 - Aos Trancos E Barrancos
Raul Seixas
10 - Eu Não Quero Dizer Nada
Sérgio Sampaio
11 - Dr. Paxeco
Raul Seixas
12 - Finale
Vinheta


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Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10 foi gravado em 1971 nos estúdios da CBS no Rio de Janeiro pelo então produtor e compositor Raul Seixas, o cantor e compositor capixaba Sérgio Sampaio, o cantor, dançarino e ator Edy Star (então conhecido apenas como Edy) e a cantora paulista Míriam Batucada.

Quando lançado, o disco não obteve sucesso nem de público nem de crítica. Foi abandonado à própria sorte até mesmo pela gravadora, cujos executivos tanto no Brasil como na matriz, nos Estados Unidos não gostaram do resultado final. Com isso, não houve investimento em divulgação do trabalho nas rádios e programas musicais da época.

Muitas lendas cercam esse disco que traz 11 faixas intercaladas por vinhetas. A principal delas diz que Raul, Sérgio, Edy e Míriam gravaram as músicas às escondidas, à noite, sem que ninguém na CBS soubesse, e que por esse motivo Raul Seixas, então um bem-sucedido produtor da gravadora, teria sido demitido. No entanto, segundo Edy Star, único sobrevivente dos quatro artistas (Raul morreu em 1989, Sérgio e Míriam em 1994), o trabalho foi profissional e feito com o conhecimento da gravadora. Durou 15 dias, com hora marcada no estúdio e anuência do diretor artístico da CBS. E Raul não foi demitido. Tanto que no ano seguinte, em 1972, produziu o compacto Diabo no Corpo, de Míriam Batucada, e o LP de estréia da cantora Diana, na própria CBS. Raul só saiu da gravadora meses depois desse último trabalho, sendo contratado pela RCA Victor.

A idéia inicial foi de Raul Seixas, inspirado pelos recém lançados discos Freak Out (1966), de Frank Zappa, e Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967), dos Beatles, além da brasileira Tropicália, mas a obra foi levada a cabo em conjunto pelos quatro 'kavernistas'. Cada um cantou duas canções sozinho – Raul e Sérgio cantaram juntos outras três. Raul tocou praticamente todos os instrumentos. As composições são todas de Raul e Sérgio Sampaio (parceria tida por muitos mais interessante do que a de Raul com Paulo Coelho).

Míriam Batucada não foi a primeira opção de voz feminina no grupo. A prioridade era Diana, (mulher de Odair José, mas como ela estava muito identificada com o iê-iê-iê e a música romântica, foi descartada. Em seguida, pensou-se em chamar Lena Rios (que anos depois defenderia uma música de Raul – Eu Sou Eu, Nicuri é o Diabo – no Festival Internacional da Canção de 1972), que estava iniciando na CBS sob recomendação do Torquato Neto. Mas Míriam apareceu na gravadora e sua voz rouca e bom humor conquistou Raul, Sérgio e Edy.

Depois de muito tempo condenado ao ostracismo por ter ficado fora de catálogo, o disco voltou às lojas no formato CD primeiro numa edição limitada da Rock Company (1995) e, depois, pela Sony (2000) - esta última foi bastante criticada à época por não trazer as letras nem a contra-capa com ficha técnica e fotos dos integrantes do grupo. As duas edições são difíceis de encontrar atualmente, bem como os LPs originais, considerados itens de colecionador que valem pequenas fortunas.

Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10 traz músicas de vários estilos, como uma seresta (Sessão das 10) cantada por Edy; chorinho (Chorinho Inconseqüente) cantado por Míriam; e o único samba jamais composto e gravado por Raul Seixas, Aos Trancos e Barrancos. Todas as composições são de Raul e Sérgio, menos uma – Soul Tabarôa, de Antônio Carlos e Jocafi (cantada por Míriam Batucada).

Sem pesadelo: Ao Sonho!




Belchior - Alucinação

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01 - Apenas Um Rapaz Latino-Americano
Belchior
02 - Velha Roupa Coloriada
Belchior
03 - Como Nossos Pais
Belchior
04 - Sujeito De Sorte
Belchior
05 - Como O Diabo Gosta
Belchior
06 - Alucinação
Belchior
07 - Não Leve Flores
Belchior
08 - A Palo Seco
Belchior
09 - Fotografia 3 X 4
Belchior
10 - Antes Do Fim
Belchior



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"Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, filho de músicos amadores, foi bastante influenciado pelos cantores do rádio dos anos 50. Mais tarde trabalhou como programador de rádio e nos anos 60 participou de festivais de música no Nordeste, se aproximando de outros músicos cearenses como Fagner e Ednardo. Em 1971 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde conheceu Sérgio Ricardo, que possibilitou a gravação de "Mucuripe", sua parceria com Fagner. Sua composição "Na Hora do Almoço" venceu o Festival Universitário e marcou sua estréia com um compacto. Mas foi a inclusão de duas de suas composições ("Como Nossos Pais" e "Velha Roupa Colorida") no show de Elis Regina que o projetou como compositor, sendo gravado de Jair Rodrigues ("Galos, Noites e Quintais") a Vanusa ("Paralelas"). Teve outros sucessos como "Apenas um Rapaz Latino-americano", "Tudo Outra Vez" e "A Palo Seco". Em 1999 lançou o CD duplo "Auto-Retrato", em que faz uma releitura de suas principais obras. Belchior também atua como pintor, desenhista e caricaturista.

Sem pesadelo: Ao Sonho!




domingo, 15 de março de 2009

Gal Costa - Índia




01 - Índia
J. A. Flores - M. O. Guerreiro - versão José Fortuna
02 - Milho verde
Folclore português
03 - Presente cotidiano
Luiz Melodia
04 - Volta
Lupiscínio Rodrigues
05 - Relance
Pedro Novis - Caetano Veloso
06 - Da maior importância
Caetano Veloso
07 - Passarinho
Tuzé de Abreu
08 - Pontos de luz
Jards Macalé - Waly Salomão
09 - Desafinado
Newton Mendonça - Tom Jobim



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"Gal Costa, nome artístico de Maria da Graça Costa Penna Burgos, (Salvador, 26 de setembro de 1945).

Gal Costa é filha de Mariah Costa Pena, falecida em 1993 que foi sua grande incentivadora, e Arnaldo Burgos. Sua mãe contava que durante a gravidez passava horas concentrada ouvindo música clássica, como num ritual, com a intenção de que esse procedimento influísse na gestação e fizesse que a criança que estava por nascer fosse, de alguma forma, uma pessoa musical. Gal jamais conheceu o seu pai, que faleceu quando ela tinha por volta de 15 anos. Por volta de 1955 se torna amiga das irmãs Sandra e Dedé (Andréia) Gadelha, futuras esposas dos compositores Gilberto Gil e Caetano Veloso, respectivamente. Em 1959 ouve pela primeira vez o cantor João Gilberto cantando Chega de saudade (Tom Jobim/Vinícius de Morais) no rádio; João também exerceu uma influência muito grande na carreira da cantora, que também trabalhou como balconista da principal loja de discos de Salvador da época, a Roni Discos. Em 1963 é apresentada a Caetano Veloso por Dedé Gadelha, inciciando-se a partir uma grande amizade e profunda admiração mútua que perdura até hoje.".

Sem pesadelo: Ao Sonho!




sábado, 14 de março de 2009

Elomar - Das Barrancas do Rio Gavião






Faixas

01 - O Violeiro
Elomar
02 - O Pidido
Elomar
03 - Zefinha
Elomar
04 - Incelença do amor retirante
Elomar
05 - Joana Flor das Alagoas
Elomar
06 - Cantiga de amigo
Elomar
07 - Cavaleiro do São Joaquim
Elomar
08 - Na estrada das areias de ouro
Elomar
09 - Retirada
Elomar
10 - Cantada
Elomar
11 - Acalanto
Elomar
12 - Canção da catingueira
Elomar


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Primeiro disco do Elomar.

Nasceu Elomar na Fazenda Boa Vista, pertencente aos seus avós, Sr. Virgilio Ferraz e Sra Dona Maricota Gusmão Figueira.

A formação protestante foi herdada da família. Passagens do Velho Testamento estão sempre presentes nas letras de sua obra, como na música "Ecos de uma Estrofe de Abacuc".

Seus pais eram o Sr. Ernesto Santos Mello, filho de tradicional família da zona da mata de Itambé, Bahia e a Sra. Dona Eurides Gusmão Figueira Mello. Tem dois irmãos Dima e Neide.

Dos três aos sete anos de idade, viveu na cidade de Vitória da Conquista, passando depois a morar nas fazendas de seus parentes como a Fazenda São Joaquim que tanto lhe inspirou músicas, a as Fazendas Brejo, Coatis e Palmeira.

Estudou entre o sertão e a capital e mais tarde, formou-se em Arquitetura pela Universidade Federal da Bahia, no final da década de 60. Teve uma passagem rápida também pela Escola de Música dessa Universidade.

Casado com Adalmária de Carvalho Mello, pai de Rosa Duprado, João Ernesto e do maestro João Omar.

Elomar prefere viver a maior parte do seu tempo nas suas fazendas. A Fazenda Gameleira, que ele chama de Casa dos Carneiros, imortalizada na música Cantiga do Amigo, localizada a 22 Km de Vitória da Conquista, na Fazenda Duas Passagens,que se localiza na bacia do Rio Gavião, e na Fazenda Lagoa dos Patos, na Chapada Diamantina.

Elomar, assim como Glauber Rocha e Xangai, é descendente direto do Bandeirante e Sertanista João Gonçalves da Costa, fundador em 1783 do Arraial da Conquista, hoje a cidade de Vitória da Conquista.

Orlando Celino, pintor conquistense e único que Elomar permite retratá-lo, recebeu em 2003, encomenda para pintar um quadro de João Gonçalves da Costa que iria integrar ao monumento de Jacy Flores, em Conquista. Não existindo gravura deste personagem histórico e Elomar como descendente, permitiu que as suas feições fossem usadas para a representação deste ancestral, negro. Este quadro está hoje, na Casa Régis Pacheco, em Vitória da Conquista, um museu político e casa de eventos inaugurado em 05 de abril de 2007.

Sem pesadelo: Ao Sonho!