domingo, 19 de abril de 2009

Vanessa da Mata - Sim




Faixas

01 - Vermelho
Vanessa da Mata
02 - Fugiu com a novela
Vanessa da Mata
03 - Baú
Vanessa da Mata
04 - Boa Sorte/Good Luck - participação especial de Ben Harper
Vanessa da Mata - Ben Harper
05 - Amado
Vanessa da Mata - Marcelo Joneci
06 - Pirraça
Vanessa da Mata - Kassin
07 - Você vai me destruir
Vanessa da Mata - Fernando Catatau
08 - Absurdo
Vanessa da Mata
09 - Quem irá nos proteger
Vanessa da Mata
10 - Ilegais
Vanessa da Mata
11 - Quando um Homem Tem uma Mangueira no Quintal
Vanessa da Mata
12 - Meu Deus
Vanessa da Mata
13 - Minha herança: uma flor
Vanessa da Mata


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Sim é o terceiro álbum da cantora e compositora mato-grossense Vanessa da Mata, lançado em 28 de maio de 2007 pela Sony BMG. A música "Boa Sorte / Good Luck", conta com a participação do cantor estado-unidense Ben Harper.

Sem pesadelo: Ao Sonho!




Cecília Meireles - É preciso não esquecer nada


"É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes
nem a oração de cada instante.


É preciso não esquecer de ver a nova borboleta
nem o céu de sempre.


O que é preciso é esquecer o nosso rosto,
o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.


O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,
a idéia de recompensa e de glória.


O que é preciso é ser como se já não fôssemos,
vigiados pelos próprios olhos
severos conosco, pois o resto não nos pertence. "


Autor: Cecília Meireles

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Clarice Lispector - Não me convidem a ser igual


"É curioso como não sei dizer quem sou.
Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer.
Sobretudo tenho medo de dizer porque
no momento em que tento falar,
não só não exprimo o que sinto,
como o que sinto se transforma
lentamente no que eu digo...

Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou
forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar.

Não me dêem fórmulas certas,
por que eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim,
por que vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou.
Não me convidem a ser igual,
por que sinceramente sou diferente.

Não sei amar pela metade.
Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza
não serei a mesma pra sempre."


Autor: Clarice Lispector

Masaharu Taniguchi - A vida renasce a cada dia


"Cada dia é um dia de vitória. Cada dia é um dia de saúde. Não espere dias propícios. Todos os dias são dádivas de Deus. Ele reservou todos os dias para a sua saúde, felicidade, para amar e ser alegre.".


Do livro: A Verdade da Vida vol. 9
Autor:Masaharu Taniguchi

PS. Tradução livre do espanhol, espero que esteja correta

terça-feira, 7 de abril de 2009

Xangai - Que qui tú tem canário




01 - Cantoria do galo
Jatobá - Xangai
02 - Qué qui tu tem canário
Capinan - Xangai
03 - Curvas do rio
Elomar
04 - Pés de milho
Jatobá
05 - Galope beira mar (Fragmentos soletrados)
Ivanildo Villanova - Xangai
06 - Estampas Eucalol
Hélio Contreiras
07 - Matança
Jatobá
08 - Os carneirinhos
Hélio Contreiras - Xangai
09 - Água
Jatobá - Xangai
10 - Esquindô de zombaria
Capinan - Xangai


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Eugênio Avelino, popularmente conhecido como Xangai (Itapebi, 20 de março de 1948) é um cantor, compositor e violeiro brasileiro.

Nasceu na zona rural do município de Itapebi, às margens do Rio Jequitinhonha, no extremo sul da Bahia.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

"Xangai, um cantor, um artista, um menestrel, um dos maiores poucos gatos pingados e tresloucados sonhadores-de-mãos-sangrentas-contrapontas-afiadas inimigas. Remanescentes que teima guardar a moribunda alma desta terra. Que também vai se atropelando contra a multidão de astros constelados que fulgurantes espargem luz negra dos céus dos que buscam a luz. Lá vai ele recalcitrante e contumás cavaleiro, perdulário da bem querência que deixa a índole dissoluta de um pobre povo que habita o espaço rico de uma pátria que ainda não nasceu(...)"

Casa dos Carneiros, minguante de maio de 1991
Elomar Figueira de Melo

Sem pesadelo: Ao Sonho!




domingo, 29 de março de 2009

Elizeth Cardoso Zimbo Trio Jacob do Bandolin

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DISCO 01


01 - Abertura Elizeteana
Sucessos de Elizeth
02 - Cidade vazia
Luiz Fernando Freire - Baden Powell
03 - Derradeira primavera
Tom Jobim - Vinicius de Moraes
04 - É luxo só
Ary Barroso - Luiz Peixoto
05 - Estrada branca
Tom Jobim - Vinicius de Moraes
06 - Tem dó
Baden Powell - Vinicius de Moraes
07 - Mulata assanhada
Ataulfo Alves
08 - Jamais
Luiz Bittencourt - Jacob do Bandolim
09 - Feitio de oração
Vadico - Noel Rosa
10 - Barracão
Oldemar Magalhães - Luiz Antônio
11 - Murmurando
Mário Rossi - Fon



DISCO 02


01 - Noites cariocas
Jacob do Bandolim
02 - Feitiço da Vila
Vadico - Noel Rosa
03 - Meiga presença
Otávio de Morais - Paulo Valdez
04 - Chão de estrelas
Silvio Caldas - Orestes Barbosa
05 - Chega de saudade
Tom Jobim - Vinicius de Moraes
06 - Mundo melhor
Vinicius de Moraes - Pixinguinha
07 - Serenata do adeus
Vinicius de Moraes
08 - Tempo feliz
Baden Powell - Vinicius de Moraes
09 - Carolina
Chico Buarque
10 - Até amanhã
Noel Rosa
11 - Está chegando a hora
Rubens Campos



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Elizeth, A Divina, é considerada como uma das maiores intérpretes da canção brasileira e um das mais talentosas cantoras de todos os tempos, reverenciada pelo público e pela crítica.

Nasceu na rua Ceará, no subúrbio de São Francisco Xavier, e cantava desde pequena pelos bairros da Zona Norte carioca, cobrando ingresso (10 tostões) das outras crianças para ouvi-la cantar os sucessos de Vicente Celestino. O pai, seresteiro, tocava violão e a mãe gostava de cantar.
Teve vários apelidos como A Noiva do Samba-Canção, Lady do Samba, Machado de Assis da Seresta, Mulata Maior, A Magnífica (apelido dado por Mister Eco) e a Enluarada (por Hermínio Bello de Carvalho). Nenhum desses títulos, porém, se iguala ao que foi consagrado por Haroldo Costa –- A Divina -- que a marcou para o público e para o meio artístico.
Elizeth Cardoso lançou mais de 40 LPs no Brasil e gravou vários outros em Portugal, Venezuela, Uruguai, Argentina e México.
Este disco foi lançado em 1968.

Sem pesadelo: Ao Sonho!




sábado, 28 de março de 2009

Paulinho Pedra Azul - Jardim da fantasia




01 - Ave cantadeira
Paulinho Pedra Azul
02 - Pobre bichinho
Fagner
03 - Valsa do desencanto
Paulinho Nogueira
04 - Voarás
Paulinho Nogueira
05 - Nascente
Flávio Venturini - Murilo Antunes
06 - Cortinas de ferro
Paulinho Pedra Azul
07 - Jequitinhonha
Lery - Paulinho Assunção
08 - Cantar
Godofredo Guedes
09 - Jardim da fantasia
Paulinho Pedra Azul
10 - Vagando
Paulinho Pedra Azul
11 - Ave cantadeira
Paulinho Pedra Azul



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Paulo Hugo Morais Sobrinho, o Paulinho Pedra Azul, é um cantor, poeta, artista plástico e compositor brasileiro.

Nascido em Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, no dia 3 de agosto de 1954.

Além de músico, também é autor de 200 telas a óleo e acrílico e de 15 livros.[1]

Sua carreira artística teve início por volta dos 13 anos de idade, inicialmente com as artes plásticas. Enveredando pela música participou de um conjunto chamado “The Giants”, em que trabalhou com Rogério Braga, Mauro Mendes, Marivaldo Chaves, Salvador, Edmar Moreira e André, interpretando canções dos Beatles, The Fevers, Os Incríveis, Erasmo e Roberto Carlos, dentre outros.[carece de fontes?]

A partir do final dos anos 1960 participou de festivais regionais de música e de poesia, tendo realizado inúmeros shows em cidades do interior de Minas Gerais. Nos anos 70, mudou-se para São Paulo onde morou por dez anos, período no qual trabalhou com o cantor, humorista e ator Saulo Laranjeira, também oriundo de Pedra Azul. Retornou depois para Minas, se fixando em Belo Horizonte onde até hoje reside.

Durante o tempo em que viveu em São Paulo gravou seus três primeiros discos. O LP de estréia fez grande sucesso com a canção que lhe dá o título: "Jardim da Fantasia", popularmente conhecida como "Bem-te-vi".

Com um estilo que varia do romântico à MPB, fortemente influenciada pelo Clube da Esquina, e com algumas composições de chorinhos, Paulinho Pedra Azul tem 21 discos gravados, a maioria deles independentes, tendo vendido cerca de 500 mil exemplares de toda a sua obra. É também autor de 200 telas a óleo e acrílico e de 15 livros, dentre eles “Delírio Habanero - Pequeno Diário em Cuba”, escrito durante visita à ilha de Fidel Castro.

Apesar de não ser um constante freqüentador da mídia de massa, Paulinho Pedra Azul consegue ser conhecido por um segmento específico que envolve principalmente universitários. Pesquisa feita pela AMAR (Associação de Músicos, Arranjadores e Regentes), o destacou como o segundo cantor mais conhecido de Minas Gerais, perdendo apenas para Milton Nascimento.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Sem pesadelo: Ao Sonho!




domingo, 22 de março de 2009

Al di Meola, John McLaughlin Paco de Lucia - Friday Night in San Francisco





Faixas

01 - Mediterranean Sundance - Rio Ancho
Al di Meola
02 - Short Tales Of The Black Forest
Chick Corea
03 - Frevo Rasgado
Egberto Gismonti
04 - Fantastic Suite
Al di Meola
05 - Guardian Angel
John McLaughlin


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Em 1981, estes três monstros sagrados das cordas juntaram-se para gravar, ao vivo, este grande clássico da música instrumental. Provenientes de três estilos musicais distintos, John McLaughlin do jazz, Al di Meola da fusão e Paco de Lucia do flamenco, mestres em cada um dos seus estilos, provaram, num registo histórico, que não existem limites para a criatividade nem fronteiras quando se fala de arte.

* John McLaughlin: guitarra acústica (aço);

* Al di Meola: guitarra acústica (aço);

* Paco de Lucia: viola clássica (nylon).

Sem pesadelo: Ao Sonho!