terça-feira, 7 de abril de 2009

Xangai - Que qui tú tem canário




01 - Cantoria do galo
Jatobá - Xangai
02 - Qué qui tu tem canário
Capinan - Xangai
03 - Curvas do rio
Elomar
04 - Pés de milho
Jatobá
05 - Galope beira mar (Fragmentos soletrados)
Ivanildo Villanova - Xangai
06 - Estampas Eucalol
Hélio Contreiras
07 - Matança
Jatobá
08 - Os carneirinhos
Hélio Contreiras - Xangai
09 - Água
Jatobá - Xangai
10 - Esquindô de zombaria
Capinan - Xangai


@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Eugênio Avelino, popularmente conhecido como Xangai (Itapebi, 20 de março de 1948) é um cantor, compositor e violeiro brasileiro.

Nasceu na zona rural do município de Itapebi, às margens do Rio Jequitinhonha, no extremo sul da Bahia.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

"Xangai, um cantor, um artista, um menestrel, um dos maiores poucos gatos pingados e tresloucados sonhadores-de-mãos-sangrentas-contrapontas-afiadas inimigas. Remanescentes que teima guardar a moribunda alma desta terra. Que também vai se atropelando contra a multidão de astros constelados que fulgurantes espargem luz negra dos céus dos que buscam a luz. Lá vai ele recalcitrante e contumás cavaleiro, perdulário da bem querência que deixa a índole dissoluta de um pobre povo que habita o espaço rico de uma pátria que ainda não nasceu(...)"

Casa dos Carneiros, minguante de maio de 1991
Elomar Figueira de Melo

Sem pesadelo: Ao Sonho!




domingo, 29 de março de 2009

Elizeth Cardoso Zimbo Trio Jacob do Bandolin

>


DISCO 01


01 - Abertura Elizeteana
Sucessos de Elizeth
02 - Cidade vazia
Luiz Fernando Freire - Baden Powell
03 - Derradeira primavera
Tom Jobim - Vinicius de Moraes
04 - É luxo só
Ary Barroso - Luiz Peixoto
05 - Estrada branca
Tom Jobim - Vinicius de Moraes
06 - Tem dó
Baden Powell - Vinicius de Moraes
07 - Mulata assanhada
Ataulfo Alves
08 - Jamais
Luiz Bittencourt - Jacob do Bandolim
09 - Feitio de oração
Vadico - Noel Rosa
10 - Barracão
Oldemar Magalhães - Luiz Antônio
11 - Murmurando
Mário Rossi - Fon



DISCO 02


01 - Noites cariocas
Jacob do Bandolim
02 - Feitiço da Vila
Vadico - Noel Rosa
03 - Meiga presença
Otávio de Morais - Paulo Valdez
04 - Chão de estrelas
Silvio Caldas - Orestes Barbosa
05 - Chega de saudade
Tom Jobim - Vinicius de Moraes
06 - Mundo melhor
Vinicius de Moraes - Pixinguinha
07 - Serenata do adeus
Vinicius de Moraes
08 - Tempo feliz
Baden Powell - Vinicius de Moraes
09 - Carolina
Chico Buarque
10 - Até amanhã
Noel Rosa
11 - Está chegando a hora
Rubens Campos



@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Elizeth, A Divina, é considerada como uma das maiores intérpretes da canção brasileira e um das mais talentosas cantoras de todos os tempos, reverenciada pelo público e pela crítica.

Nasceu na rua Ceará, no subúrbio de São Francisco Xavier, e cantava desde pequena pelos bairros da Zona Norte carioca, cobrando ingresso (10 tostões) das outras crianças para ouvi-la cantar os sucessos de Vicente Celestino. O pai, seresteiro, tocava violão e a mãe gostava de cantar.
Teve vários apelidos como A Noiva do Samba-Canção, Lady do Samba, Machado de Assis da Seresta, Mulata Maior, A Magnífica (apelido dado por Mister Eco) e a Enluarada (por Hermínio Bello de Carvalho). Nenhum desses títulos, porém, se iguala ao que foi consagrado por Haroldo Costa –- A Divina -- que a marcou para o público e para o meio artístico.
Elizeth Cardoso lançou mais de 40 LPs no Brasil e gravou vários outros em Portugal, Venezuela, Uruguai, Argentina e México.
Este disco foi lançado em 1968.

Sem pesadelo: Ao Sonho!




sábado, 28 de março de 2009

Paulinho Pedra Azul - Jardim da fantasia




01 - Ave cantadeira
Paulinho Pedra Azul
02 - Pobre bichinho
Fagner
03 - Valsa do desencanto
Paulinho Nogueira
04 - Voarás
Paulinho Nogueira
05 - Nascente
Flávio Venturini - Murilo Antunes
06 - Cortinas de ferro
Paulinho Pedra Azul
07 - Jequitinhonha
Lery - Paulinho Assunção
08 - Cantar
Godofredo Guedes
09 - Jardim da fantasia
Paulinho Pedra Azul
10 - Vagando
Paulinho Pedra Azul
11 - Ave cantadeira
Paulinho Pedra Azul



@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Paulo Hugo Morais Sobrinho, o Paulinho Pedra Azul, é um cantor, poeta, artista plástico e compositor brasileiro.

Nascido em Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, no dia 3 de agosto de 1954.

Além de músico, também é autor de 200 telas a óleo e acrílico e de 15 livros.[1]

Sua carreira artística teve início por volta dos 13 anos de idade, inicialmente com as artes plásticas. Enveredando pela música participou de um conjunto chamado “The Giants”, em que trabalhou com Rogério Braga, Mauro Mendes, Marivaldo Chaves, Salvador, Edmar Moreira e André, interpretando canções dos Beatles, The Fevers, Os Incríveis, Erasmo e Roberto Carlos, dentre outros.[carece de fontes?]

A partir do final dos anos 1960 participou de festivais regionais de música e de poesia, tendo realizado inúmeros shows em cidades do interior de Minas Gerais. Nos anos 70, mudou-se para São Paulo onde morou por dez anos, período no qual trabalhou com o cantor, humorista e ator Saulo Laranjeira, também oriundo de Pedra Azul. Retornou depois para Minas, se fixando em Belo Horizonte onde até hoje reside.

Durante o tempo em que viveu em São Paulo gravou seus três primeiros discos. O LP de estréia fez grande sucesso com a canção que lhe dá o título: "Jardim da Fantasia", popularmente conhecida como "Bem-te-vi".

Com um estilo que varia do romântico à MPB, fortemente influenciada pelo Clube da Esquina, e com algumas composições de chorinhos, Paulinho Pedra Azul tem 21 discos gravados, a maioria deles independentes, tendo vendido cerca de 500 mil exemplares de toda a sua obra. É também autor de 200 telas a óleo e acrílico e de 15 livros, dentre eles “Delírio Habanero - Pequeno Diário em Cuba”, escrito durante visita à ilha de Fidel Castro.

Apesar de não ser um constante freqüentador da mídia de massa, Paulinho Pedra Azul consegue ser conhecido por um segmento específico que envolve principalmente universitários. Pesquisa feita pela AMAR (Associação de Músicos, Arranjadores e Regentes), o destacou como o segundo cantor mais conhecido de Minas Gerais, perdendo apenas para Milton Nascimento.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Sem pesadelo: Ao Sonho!




domingo, 22 de março de 2009

Al di Meola, John McLaughlin Paco de Lucia - Friday Night in San Francisco





Faixas

01 - Mediterranean Sundance - Rio Ancho
Al di Meola
02 - Short Tales Of The Black Forest
Chick Corea
03 - Frevo Rasgado
Egberto Gismonti
04 - Fantastic Suite
Al di Meola
05 - Guardian Angel
John McLaughlin


@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Em 1981, estes três monstros sagrados das cordas juntaram-se para gravar, ao vivo, este grande clássico da música instrumental. Provenientes de três estilos musicais distintos, John McLaughlin do jazz, Al di Meola da fusão e Paco de Lucia do flamenco, mestres em cada um dos seus estilos, provaram, num registo histórico, que não existem limites para a criatividade nem fronteiras quando se fala de arte.

* John McLaughlin: guitarra acústica (aço);

* Al di Meola: guitarra acústica (aço);

* Paco de Lucia: viola clássica (nylon).

Sem pesadelo: Ao Sonho!




Sá, Rodrix e Guarabyra - Presente passado e futuro

>


Faixas

01 - Zepelim
Luiz Carlos Sá
02 - Ama teu vizinho
Luiz Carlos Sá - Zé Rodrix
03 - Juriti Butterfly
Luiz Carlos Sá - Guarabyra
04 - Me faça um favor
Luiz Carlos Sá - Guarabyra
05 - Boa noite
Luiz Carlos Sá - Zé Rodrix
06 - Hoje ainda é dia de rock
Zé Rodrix
07 - Primeira canção da estrada
Luiz Carlos Sá - Zé Rodrix
08 - Cumpadre meu
Guarabyra
09 - Crianças perdidas
Zé Rodrix
10 - Azular
Luiz Carlos Sá
11 - Ouvi contar
Luiz Carlos Sá - Guarabyra - Zé Rodrix
12 - Coda: Cigarro de palha
Guarabyra


@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Trio formado em 1971, por Luiz Carlos Sá, Zé Rodrix e Gutenberg Guarabyra. Realizou várias apresentações e lançou os LPs "Passado, presente, futuro" (1972) e "Terra" (1973). Em 1973, Zé Rodrix desligou-se do trio. Desde esse ano até 2001, Sá e Guarabyra atuaram em dupla.

Sem pesadelo: Ao Sonho!




sábado, 21 de março de 2009

Sérgio Sampaio - Tem que acontecer






Faixas

01 - Até outro dia
Sérgio Sampaio
02 - Que loucura
Sérgio Sampaio
03 - Cada lugar na sua coisa
Sérgio Sampaio
04 - Cabras pastando
Sérgio Sampaio
05 - Velho bode
Sérgio Natureza - Sérgio Sampaio
06 - O que pintá, pintô
Raul Sampaio
07 - A luz e a semente
Sérgio Sampaio
08 - Quanto mais
Sérgio Sampaio
09 - Tem que acontecer
Sérgio Sampaio
10 - Quatro paredes
Sérgio Sampaio
11 - O filho do ovo
Sérgio Sampaio
12 - Velho bandido
Sérgio Sampaio


@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Segundo disco de um dos grandes músicos brasileiros. Tido como "maldito" pela "intelligentsia" da época, é, sem dúvidas, um marco de nossa música.

Ficha Técnica:

Direção de produção: Roberto Moura
Produtor executivo: Ramalho Neto
Arranjos: João de Aquino e Lindolfo Gaya ("Tem que acontecer" e "A luz e a semente")
Técnico de gravação e mixagem: Vitor Farias (Dudu)
Gravado nos Studios Level, entre os dias 3 e 29 de maio de 1976
Capa: Noguchi

Sem pesadelo: Ao Sonho!




Edu Lobo - Camaleão





01 - LERO-LERO
Edu Lobo - Cacaso part. Boca Livre
02 - O TRENZINHO DO CAIPIRA
Heitor Villa-Lobos com poema de Ferreira Gullar part. Boca Livre
03 - CORAÇÃO NOTURNO
Edu Lobo - Cacaso
04 - CANUDOS
Edu Lobo - Cacaso part. Boca Livre
05 - CAMALEÃO
Fernando Leporace
06 - SANHA NA MANDINGA
Edu Lobo - Cacaso part. Boca Livre
07 - BRANCA DIAS
Edu Lobo - Cacaso
08 - BATE BOCA
Edu Lobo
09 - DESCOMPASSADO
Edu Lobo - Cacaso
10 - MEMÓRIAS DE MARTA SARÉ
Gianfrancesco Guarnieri - Edu Lobo



@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
LP e CD Polygram 1978

Produzido e Dirigido por Sergio de Carvalho
Direção Musical, Arranjos e Orquestrações: Edu Lobo

Engenheiros de gravação: Ary Carvalhaes,Luis Claudio Coutinho, Paulo Sergio
Montagem: Luis Claudio Coutinho
Mixagem: Sergio De Carvalho,Luigi Hoffer, Edu Lobo
Foto: Januário Garcia
Arte Final: Jorge Vianna
Adaptaçãa gráfica para CD : Vanessa Stepanenko

Arranjo Vocal - Mauricio Maestro
Arranjo de Cordas em "O Trenzinho do Caipira": Dori Caymmmi
Part. do grupo vocal Boca Livre (Mauricio Mendonaça, Claudio Nucci, Zé Renato e David Tygel)

Sem pesadelo: Ao Sonho!




Edu Lobo - Tempo presente




01 - Rei morto, rei posto
Edu Lobo - Joyce
02 - Desenrêdo
Dori Caymmi - Paulo César Pinheiro Participação de Dori Caymmi
03 - Angu de caroço
Cacaso - Edu Lobo
04 - Tempo presente
Edu Lobo - Joyce
05 - Balada de outono (Instrumental)
Edu Lobo
06 - Rio das Pedras
Edu Lobo Participação: Boca Livre
07 - Dono do lugar
Cacaso - Edu Lobo
08 - Laranja azêda
Cacaso - Novelli
09 - Quase sempre
Cacaso - Edu Lobo
10 - Ilha Rasa
Cacaso - Edu Lobo



@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Carioca, filho do compositor Fernando Lobo, começou na música tocando acordeom. Depois se interessou pelo violão e dedicou-se ao instrumento, contra a vontade do pai. Passou a freqüentar shows em bares de Copacabana e formou um conjunto com Dori Caymmi e Marcos Valle, que chegou a se apresentar algumas vezes. Em 1962 compôs sua primeira parceria com Vinicius de Moraes, "Só Me Fez Bem". Gravou no mesmo ano seu primeiro compacto, com canções tipicamente de bossa nova. Mais tarde desviou-se um pouco dessa tendência, adotando uma linha mais combativa de cultura popular, graças à parceria com Ruy Guerra, que resultou em composições como "Canção da Terra", "Reza" e "Aleluia". Fez trilha para teatro, participou do evento "Arena Conta Zumbi" em 1965 em São Paulo, onde estreou um de seus maiores sucessos, "Upa, Neguinho", em parceria com Gianfrancesco Guarnieri, mais tarde gravada por Elis Regina. Participou dos festivais de música popular, obtendo o primeiro prêmio em 1965 como "Arrastão" (com Vinicius de Moraes) e em 1967 com "Ponteio", parceria com Capinam. Entre 1969 e 1971 morou nos Estados Unidos, onde aprofundou seus estudos musicais. Por essa época trabalhou com Sergio Mendes e Paul Desmond. De volta ao Brasil, lançou discos solo e em parcerias ilustres, como "Edu e Tom", em 1981, e "O Grande Circo Místico", de 1983, com composições suas e de Chico Buarque interpretadas por outros artistas. Nos anos 90 lançou discos com músicas inéditas e compôs trilhas para filmes como "Canudos", de Sergio Resende. Seu CD "Meia-noite" (1995) recebeu o prêmio Sharp de melhor disco de música popular brasileira do ano.

Sem pesadelo: Ao Sonho!